Princípios de trabalho
O percurso parte de conteúdos autorais apresentados em sequência pedagógica. O participante é convidado a observar fatos, interpretações, padrões, escolhas e consequências, registrando aprendizados e testando aplicações compatíveis com sua realidade.
- Clareza de escopo: cada conteúdo deve ser compreendido dentro de sua finalidade educacional.
- Autonomia: a formação não transfere ao Instituto decisões pessoais que pertencem ao participante.
- Aplicação responsável: conceitos são relacionados à vida cotidiana sem substituir avaliação profissional quando necessária.
- Progressão: programas podem prever etapas, atividades e critérios próprios, informados antes da contratação.
Linguagem simbólica e espiritual
Termos espirituais, simbólicos ou autorais podem ser empregados como referenciais interpretativos da metodologia. Eles não são apresentados como comprovação científica, diagnóstico, tratamento, mecanismo biológico estabelecido ou previsão objetiva de acontecimentos.
Limites e encaminhamento
Questões envolvendo risco à saúde, sofrimento psíquico relevante, diagnóstico, medicação, urgência, violência, questões jurídicas, contábeis ou outras matérias reservadas a profissionais regulamentados devem ser encaminhadas aos serviços e profissionais competentes. A formação não autoriza atos privativos dessas profissões.
Avaliação de resultados
O Instituto pode propor exercícios, registros, atividades e critérios pedagógicos de conclusão. Isso documenta participação e aprendizagem dentro do programa, mas não constitui garantia de resultado pessoal, profissional, financeiro, terapêutico ou clínico.